segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

EUCARISTIA ANO DE 2012


Ano abençoado,onde estes jovens se empenharam durante dois anos até chegar o dia de receber Jesus,na comunhão. 







CELEBRAÇÃO NO CALÁBRIA



Neste dia,o evangelho comentado era sobre o cego Bartimeu, foi encenado,este que está sentado na porta representa Bartimeu,homem de fé, pede a Jesus que devolva a visão. E nós que por muitas vezes nos tornamos cegos diante de tanta impunidade que acontece bem diante de nossos olhos, ficamos cegos por não querer enfrentar as verdades,temos medo,Bartimeu não teve.








quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

FÉ




                      SE EU PUDER FALAR COM DEUS


             Se eu puder falar com Deus, tudo irá mudar
             A minha vida se modificará
             Irei entender o porque
             De tudo.


             Se eu puder falar com Deus
             Saberei ser humilde
             Amarei a todos, sem distinção
             Bondade haverá em meu coração.


            Se eu puder falar com Deus
            Não deixarei que me magoem
            Serei forte nas batalhas
            Não recuarei.

           Se eu puder falar com Deus
           Saberei perdoar
           Seguirei adiante
           Pois é o que esperam de mim.


                                     Dirce Elisabete Fernandes ( Catequista Comunidade Calábria)

ACREDITAR

ACREDITAR


Acredito realmente que existe um Deus, que é todo poderoso, que é capaz de secar minhas
lágrimas, um Deus em que posso me apoiar, com quem realmente possa contar em todos os momentos, pois ele mesmo disse que estaria conosco sempre, velaria o nosso sono, tiraria nossas  dúvidas e não nos abandonaria nunca.
Agora acreditar nos homens, é difícil, são muitas dúvidas, decepções, constrangimentos, ainda bem que tenho o meu Deus, que me segura e me levanta e me ajuda a seguir em frente.Obrigado Deus por me amar tanto.

      

                                                        Dirce Elisabete Fernandes
                                                           Catequista e Educadora.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

ENCONTRO DO CRISMA
























Este ano o encontro de algumas comunidades que pertencem a zona sul reuniram-se aqui no Calábria, foi uma tarde onde todos puderam se conhecer um pouquinho. Houve dinâmicas, um pouco de teatro, relatos, alguns jovens falaram um pouco de sua caminhada, o CLJ da São José da Vila Nova, convidou o pessoal , falaram um pouco sobre o que significa CLJ.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

MISSA DO DIA 28 DE OUTUBRO

Neste dia o evangelho foi encenado, era o evangelho de Mc 10,46-52, onde Jesus faz voltar a ver um homem cego. Neste evangelho Jesus nos mostra o que é verdadeiramente a cegueira, o porque que ficamos cegos.











Cegos diante a corrupção em nosso país, cegos diante da pobreza, doenças, falta de moradia para nosso irmãos, cegos a uma negação de estender a mão, cegos diante a inveja, opressão, isto tudo Jesus nos alerta, será que tapamos os  nossos olhos a tudo isso? Nós que dizemos de boca cheia sou cristão, será que cumprimos a vontade do pai? Pensemos em tudo isso e reflitamos sobre a nossa verdadeira fé, só peço a Deus que não seja da boca pra fora.








DOMINGO, 24 DE ABRIL DE 2011

FALANDO EM FAMÍLIA

Aprender a falar em família

Às vezes queixamo-nos de que as famílias não se falam. Não é que o pai e a mãe, os pais e osfilhos, os irmãos não falem entre si. O que se passa é que parece que não há tempo para se sentarem e discutirem, com calma, os temas que interessam a todos.
É necessário, hoje como sempre, aprender a difícil arte do diálogo. A primeira lição é fácil de compreender, mas difícil de praticar: para poder começar um verdadeiro diálogo faz falta abrir um bom espaço no próprio tempo para, simplesmente, ficar a ouvir. Sim: escutar é a primeira condição para poder começar um diálogo, pois permite-nos aceder à intimidade, aos interesses, às dores e cansaços do outro. Ao mesmo tempo, dispor o nosso coração para o acolher. Dialogar não é sempre dar. Muitas vezes, possivelmente a maioria, será receber, aceitar, talvez aguentar, mas tudo com um carinho especial: alguém abre o seu coração, a sua vida, as suas angústias e as suas esperanças. Interessa-me o que diz porque me interessa o que é, o que sonha, o que ama.
Encontrar tempo para ouvir significa deixar de lado outras coisas que nos interessam muito, mas que não são tão importantes. Muitas vezes queixamo-nos da falta de tempo. E, entretanto, poucos homens e poucas culturas gozaram e gozam do tempo livre que o mundo moderno pôs à disposição de muitos (embora, infelizmente, não de todos). O que se passa é que esse tempo livre ficou cheio de mil coisas que nos impacientam, nos curvam, nos esmagam. Convém, de vez em quando, renunciar, deixar, apagar, deter o frenesim habitual. Sentar-se com a esposa ou o marido, chamar os filhos (que também vivem freneticamente entre o desporto, os estudos, os amigos e a televisão, se é que não têm também o vício dos “videojogos”) e criar um clima para a escuta. O que se deixa de lado será sempre menos importante do que o amor entre o casal e o amor entre pais e filhos. Mesmo que se trate de não ver, nalgum dia, um jogo da minha equipa favorita…
Se o tempo é uma condição elementar para que se dê um diálogo na família, a segunda condição resulta igualmente básica, mas um pouco mais difícil. Conversar significa que há alguém que me diz algo, ou que falo com alguém que me escuta. “Elementar, descobriu a América…!” poderá alguém dizer. Mas não é tão fácil ter “algo que dizer”, achar isso novo, interessante, humano, enriquecedor, que nos leve a ter uma vontade enorme de falar, de gritar, de comunicar o que descobrimos ou outro me ensinou.
Muitos silêncios em família nascem da triste realidade do “não sei o que dizer aos meus”. Isto pode ter duas causas: ou os meus não se interessam por nada de mim (e então já não são tão “meus”); ou eu penso que sou tão pobre humanamente que não posso dizer nada novo.
Basta abrir um pouco os olhos perante o mistério da vida para descobrir que há muito, muitíssimo que dizer. Hoje será o marido e pai que conta uma aventura no seu trabalho, e como descobriu que um amigo, tido por todos como trapaceiro, mostrou ter uma honestidade exemplar. Amanhã será a esposa e mãe que também terá descoberto algo no trabalho ou nas tarefas domésticas, ou que terá ouvido um programa interessante na rádio. Não são poucas as famílias nas quais os pais contam aos filhos um filme que acabam de ver, ou uma viagem interessante que fizeram quando eram jovens, ou a história do avô ou da avó, esses velhos que também têm muito que dizer no mundo familiar. E os pequenos, e os não tão pequenos, poderão também enriquecer os outros com as aventuras da escola, ou um acidente no jogo, ou o encontro pela rua com um misterioso senhor de barbas largas que anda todos os dias com um carrinho ruidoso por entre as pombas da praça maior…
Cada homem e cada mulher têm a sua “pequena história” e a sua “pequena ciência”, encerram um livro de experiências e de conselhos que podem servir para todos. Também os jovens podem deixar perplexos os seus pais quando expõem reflexões que dão muito que pensar pelo radicalismo e o desejo de justiça que são próprios de quem começa a aparecer no mundo dos adultos (muitas vezes já acomodados nas nossas preguiças ou covardias). Mas nem por isso deixarão esses mesmos jovens de sentir a necessidade de uma palavra de conselho na hora de escolher uma carreira, de optar por um trabalho, de começar a sair com um rapaz ou uma rapariga que possivelmente amanhã poderá ser o seu marido ou a sua esposa para sempre…
Aprender a dialogar em família é algo acessível a todos. Basta apagar, de vez em quando, o interruptor geral da eletricidade da casa e reunir a “toda a tribo” no quarto maior para, simplesmente, ouvir e falar. Assim se economizará algo na conta de luz. Mas, sobretudo, se ganhará muito na conta do amor familiar. E esse não tem preço no mercado.
(Fernando Pascal, www.mujernueva.org)